Este tecnólogo desenvolve competências que permitem o gerenciamento de estabelecimentos eqüestres, independente de raça, modalidade esportiva praticada ou particularidade e de eventos eqüestres sejam esportivos ou não. Também pode trabalhar no auxílio a outros profissionais como ferradores, veterinários, agrônomos, zootecnistas, cavaleiros, trabalhar em associações de raça como organizador do stud book, superintendência e cargos gerenciais. O ingresso na carreira industrial dentro do segmento eqüestre em cargos de gerência, vendas, marketing, supervisão e áreas administrativas em geral é uma outra opção de trabalho.
ÁREA DE ATUAÇÃO
Segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), o Brasil é o quarto país do mundo (atrás de Estados Unidos, da China e de México) em número de cavalos, com 5,9 milhões de cabeças. Os negócios relacionados a esse animal, como comercialização, criação, leilões e indústria de alimentos, movimenta mais de 7,5 bilhões de reais por ano e gera mais de 3 milhões de empregos, diretos ou indiretos, no país. A profissionalização do setor abre espaço para esse profissional, que pode trabalhar em parceria com veterinários e zootecnistas. |